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Mesmo após "desmonte" do time, Fortaleza precisa frear queda na pontuação

Colunistas: 
Marcos Antônio

Mesmo após "desmonte" do time, Fortaleza precisa frear queda na pontuação
 
Tricolor praticamente sofreu um desmonte na Série B: Osvaldo foi jogar em time tailandês, Edinho foi negociado com o Atlético-MG , Gustavo, Marcinho e Tinga se contundiram, sem se falar na queda de rendimento de Dodô e Jean Patrick.

Com a saída de tantos jogadores e a queda de produção dos que permaneceram , o Tricolor caiu de produção em campo e passou a acumular derrotas em sequência, comprometendo sua permanência no G-4. 

Considerado como quase "imbatível" na Arena Castelão, o time passou a ser alvo fácil de equipes que há pouco tempo estavam na parte de baixo da tabela como Oeste e Atlético-GO.
 

Outra preocupação é o crescimento dos concorrentes. Após sua última vitória contra o Paysandu, o FEC tinha sete pontos de diferença sobre o segundo colocado, O CSA. Com duas derrotas seguidas, perdeu a "gordura" e vários concorrentes "colaram" na pontuação. 
Já são seis times que disputam perigosamente a parte de cima da tabela: CSA, Vila Nova, Avaí, Atlético-GO, Ponte Preta , além de outras equipes que melhoraram o rendimento e passaram também a pressionar a busca pelo G-4: Guarani, Goiás , Oeste, o Figueirense que sempre esteve entre os times do G-4 caiu de produção, mas continua sendo forte candidato ao acesso.
 
Assisto à maioria dos jogos da Série B e tenho percebido o crescimento e a evolução da maioria dos times que disputam a competição e chego à conclusão de que se o Tricolor não conseguir reagir já no jogo em Maceió contra o CSA, é bem provável que no confronto seguinte contra o Avaí , time já esteja fora do G-4 ,dependendo naturalmente dos resultados dos concorrentes.
 
Com a queda de produção e rendimento , o Tricolor precisaria replanejar seus propósitos na Segundona: inicialmente deve priorizar a pontuação necessária para se manter na Série B, que é de pelo menos 41 pontos. Atingida essa pontuação, poderá então focar os objetivos na busca do acesso à elite.
 
A diretoria precisa "abrir os olhos" enquanto é tempo. O treinador precisa deixar de insistir com jogadores que praticamente nada produzem como Marlon e Wilson, sem se falar em outros atletas que "vem quebrando a bola".
 
O Que é que há?
 
Marcos Rodrigues - Redator do Site Eternamente Futebol