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Desperdício ou estratégia: Chelsea empresta 26 após investir R$ 417 mi

                        Contratado a peso de ouro, Fernando Torres foi emprestado ao Milan após não render o esperado (Foto: Divulgação / Milan).

 

O Chelsea conta atualmente com 24 jogadores em seu elenco. Poderiam ser 50. É que o clube, acostumado a investir bastante em cada mercado de transferências, emprestou 26 atletas para evitar o inchaço interno - ou parte de uma estratégia para não desvalorizar muitas de suas contratações que não renderam o esperado. De qualquer forma, soa como desperdício, já que 26 é o número de atletas do grupo do Bayern de Munique, superior ainda aos 25 de Barcelona e 22 do Real Madrid, por exemplo.

Dos emprestados, apenas quatro são formados na base dos Blues: Josh McEachran (Vitesse), Jamal Blackman (Middlesbrough), Nathaniel Chalobah (Burnley) e John Swift (Rotherham United). Os outros 22 custaram um total de 114,03 milhões de libras (R$ 417,3 milhões na cotação atual), muito graças ao espanhol Fernando Torres, responsável por cerca de 45% do valor, cedido ao Milan nas últimas semanas. 

Outros nomes mais famosos na lista são o do nigeriano Victor Moses (Stoke), do belga Thorgan Hazard (Borussia Mönchengladbach) - irmão do meia-atacante Eden, craque do time -, e do espanhol Oriol Romeu (Stuttgart). Em alguns casos, o Chelsea desembolsa parte do salário, em outras cabe ao novo clube arcar com as despesas. Dois brasileiros estão incluídos neste processo: o atacante Lucas Piazon, ex-São Paulo, e o lateral-direito Wallace, ex-Fluminense, ambos com passagens pelas seleções de base.

Confira aqui a lista dos 26 emprestados do Chelsea: http://s2.glbimg.com/jV0QPOI1G_Yh366wFoaivt8TzEQ=/0x0:690x854/690x854/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2014/09/05/tabela1-1.png

 

 

Por Victor Canedo

Rio de Janeiro

Globoesporte.com